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O que é Livre Mercado e porque ele é importante

Escrito por

Luiz Philippe de Orleans e Bragança

O que é o livre mercado e a sua importância para o desenvolvimento econômico de um país como o Brasil.
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O Livre mercado é uma troca espontânea entre dois agentes, atendendo a um interesse mútuo. Quanto mais livre, mais promissora, gratificante e próspera será essa troca.

Eu preciso de frutas. Alguém planta, colhe e vende essas frutas. Há uma troca livre, espontânea e  desejada, de bens por compensação econômica. Essa troca será perpetuada se ambos se sentirem honestamente gratificados. Caso contrário, haverá a troca dos agentes. Buscaremos outras alternativas.

Isso é um livre mercado. A principal característica é a ESCOLHA, a OFERTA. Vende-se a preço justo, qualidade compatível e de acordo com a demanda.

A questão é que insistentemente os governos de esquerda tentam corromper essa simples ordem de coisas disseminando a errada idéia de que em toda troca há um explorador e um explorado. O Estado passa a ter que cuidar do cidadão porque esse não é capaz de escolher por si próprio.

O livre mercado acaba quando o Estado começa a interferir na economia de distintas formas, sufocando pouco a pouco a economia, até paralisá-la completamente.

Impostos excessivos, de forma a alterar a capacidade competitiva dos agentes produtores. Passa a ser mais barato importar da China que consumir um produto interno. E aos poucos, sem massa crítica de compra, um setor inteiro tende ao colapso, pela falta de investimentos.

Regulamentações de diversas ordens: alíquotas de impostos, registros, leis e controles de preços. O Estado passa a decidir como e em que termos as relações devem acontecer. Acaba a livre escolha.

Excesso de burocracia: registros, cartórios, trâmites eternos, morosidade…tudo aumentando o custo dos produtos, tornando o sistema moroso e acelerando a perda da competitividade.

E finalmente, os Monopólios. O Estado passa a controlar setores inteiros – Petróleo, Correios, Previdência, Energia, etc. E o que acontece com o cidadão? Vira refém, de péssimos serviços a altos custos. 

É a isso que insistentemente temos que combater. Quebrar esse paradigma de que o Estado deve zelar pelas transações, cuidar para que o cidadão na seja explorado. Temos que prosperar. E para isso nossa economia precisa fluir por si. O cidadão é capaz de decidir pelo melhor serviço, pela melhor oferta. Cansamos de sermos tratados como ignorantes dependentes de um Estado doente.

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